domingo, 23 de dezembro de 2012

Tudo tem que continuar....

Preciso encontrar um tempo para continuar o blog, aconteceu tanta coisa. Agora ele dorme a noite inteira, fala uhhh, ahhhh, ihhhh, Bu. Conversa sempre com o papai, minha mãe falou que ele puxou a tia Ruth e a Vó Bira falou que ele é mesmo do Engenho. Enfim, estou amando esta fase, as vacinas foram aplicadas, aconteceu a primeira febrinha e meu medo está acabando.
Agora ele já foi batizado, uma festa linda e uma cerimônia com bastante choro e carinho do Pe. Araão. Estamos felizes.
Vou postar mais fotos contando tudo, hoje meu milagre faz 4 meses!
Olha o tamanho, agora chupa dedo e fica lindo com a calça de ginástica que foi presente da madrinha . A vó Bira comentou que ele descobriu as mãos, só fica com elas na boca, e sempre as duas juntas.Ela fala sempre:"vovó papai do céu me deu duas mãozinhas, que coisa boa é ter mãozinha"!

Com Sonale e Tia Clara, visita ilustre!

Com os amigos Felicíssimoe e Alessandra,com as bençãos de Nossa  Senhora das Graças!

Com o primo Jairo e as bençãos de Nossa Senhora novamente. Essa linda Nossa Senhora é criação do Jairo, boa lembrança!!!

Com Tia Rita e Tio Roberto, morrendo de chorar!!!

Com o primo Hugo e o Rafael.

 
A primeira vez no ginásio!!! A mãe toda boba, com um sotaque de mineira contando para a vovó Apolônia o acontecido, muito engraçado!!!!
Com o macacão que o Lu deu de presente, usou poucas vezes, esse gorducho, a última consulta 6, 510 kg, hoje passa de 7 Kg.


Com a Cláudia e a Tia Verinha que infelizmente nos deixou no dia 7 de dezembro, essa foto é do dia 15 de outubro data do último aniversário dela. Fico feliz que ela tenha conhecido o Ronaldo!

Com a Lígia e a Gabriela no Engenho. Só tem nascido meninas, o padrinho vai ter outra, a Ana!

Com o tio Iram , Márcia e Gigio!

Com o macacão lindo usado poucas vezes porque o moço é calorento!

Com o papai que não pega no colo devido a problemas na coluna, estou doida para essa fase passar, essa foto virou porta retrato, quando papai recebeu de presente chorou muito!!!



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Mais imagens

A tia Ruth que fica comigo mesmo depois que durmo! Colo com mimos!

Com Vó Julia, a bisa da Julinha, uma das melhores pessoas que a mamãe conhece!

No aconchego, dormimdo e combatendo o refluxo!

Com meu Papai babão!
Com meu padrinho e família

Banho de Balde

Estou experimentando todas as novidades que se apresentam para bebês, cadeira de balanço elétrica, slin, banho de balde. O Ronaldo gosta de tudo, ele se diverte.
A dinda Rosa fica encabulada com o slin, ela não gosta nada, mas dizem que ele fica em uma posição fetal. Muita gente acha feio, mas ele libera as minhas mãos para outras atividades e e ele sempre para de chorar. O Dr. Hugo falou que não faz mal nenhum para a coluna e é ótimo pois ele fica colado em mim.
Nenhuma novidade se compara ao banho de balde, ele adorou, ficou muito tranquilo e a dor de barriga melhorou na hora! A tia Brê trouxe o balde e o tio Lu filmou e fotografou o primeiro banho de balde no dia 12 de outubro de 2012. Também estavam presentes no evento a tia Ruth, a Gabi e a Julinha.
Ele tem muita dor de barriga e sua vacina BCG inflamou, tempos difícies, o que estiver ao meu alcance que possa trazer algum alívio é sempre bem vindo!

Tia Brê que trouxe a salvação das cólicas às 18 hs! Tio Lu que adorou e filmou o meu banho!




Banho de balde ou de banheira?

Márcia Bindo Atualizado em 18.01.2012
Getty Images
Especialistas indicam que o primeiro acessório é mais anatômico, simula o útero materno e diminui o desconforto do bebê
Banho de bebê costuma vir acompanhado de trilha sonora - ou seja, muito chororô. Uma das explicações, segundo especialistas, é que, quando os pequeninos entram em contato com a água, logo se lembram do meio aquático do útero, um lugar fechado, escuro, quente e seguro. Quando percebem que estão em um ambiente claro, menos aquecido e aberto, ficam tensos.

A partir dessa constatação, obstetras e parteiros de maternidades na Holanda criaram em 1997 um baldinho pensando em transmitir ao bebê recém-nascido (até os 6 meses de idade) uma transição tranquila do útero para o mundão. "É como um miniofurô: os bebês ficam em posição fetal, submersos do pescoço para baixo, e relaxam automaticamente", diz Ana Cristina, parteira do Gama - Grupo de Apoio à Maternidade Ativa.

Um balde comum (dos mais resistentes) custa cerca de 15 reais. Já o Tummytub (foto), que chegou ao Brasil há um ano, sai em média por 120 reais, mas é específico para os bebês: o plástico é atóxico, sua base é antiderrapante e há um centro de gravidade que permite estabilidade e segurança no banho. Dá para ver a lista de lugares onde é vendido no site da empresa: www.tummytub.com.br.
Fonte: bebe.abril.com.br/materia/banho-de-balde-ou-de-banheira

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Olha quanto eu cresci!!!

 
Com o Pulover que Regina de Andrade Pinheiro teceu, agora com 1 mês e 4 dias!

 A primeira troca de fraldas, papai descabelado tirando o mecônio 
(ver http://pt.wikipedia.org/wiki/Meconio)no hospital de madrugada!
26/08/2012

01/10/2/12
 Volta do hospital , banho de sol em casa depois da icterícia.(Ver pt.wikipedia.org/wiki/Icterícia)
 Tomando banho de balde na casa da madrinha quase 20 dias depois!






No dia que saí do hospital com o macacão vermelho, (segundo a tradição, para trazer saúde), sobrando roupinha!
Um mês depois, no dia 24/09 com o mesmo macacão vermelho e com colete, presente da prima Cláudia!!!Detalhe, ficamos sabendo que eu nasci no dia do aniversário do meu bisavô Raimundo Lopes Cançado! 
Dia 1/09 , 7 dias com o Tio Rui no dia do seu aniversário!!!


Dez dias depois que eu nasci com meu umbiguinho ainda!!!

Com tio Rui e tia Elis, um mês depois!

Agora com os macacões maiores, esse presente da prima Laura!

Refluxo e dores de barriga

Ser mãe realmente é um ato de fé, esses dias o Ronaldo ficou muito irritado, chorava o tempo todo, é terrível porque a gente não sabe o que é que acontece, um sofrimento. Dr. Hugo atendeu e está desconfiado de refluxo, pois ele tem dificuldade de arrotar, e gorfa muito. Mas só teremos certeza quando ele fizer quatro meses, antes disso é impossível.
Outra coisa ruim é a "dor na brriga", ele encolhe, bate as pernas e fica vermelho. Contamos com a presença constante da Vó Bira e com um remedinho natural, uma vez que ele não pega direito o bico e não gosta do chá. O Dr. Hugo falou que ele é esperto e ouve suas instruções: Só peito!
Segundo o livro "A Vida do Bebê", uma bíblia até os dois anos, as dores passam depois dos três meses e não temos muito o que fazer, aquecer a barriga é a única solução. Na loja Baby existe uma bolsa em gel, ótima para isso, pois é muito prática.Outra solução é amamentar o bebê com a barriguinha colada na nossa e mais inclinado. A dor é comum no final da tarde e a noite e os bebês ficam nervosos, batem as pernas e querem mamar, pois a sucção dá alívio.
Ele engordou 1 kg 80 gramas em vinte dias, está gordinho e feliz!!! Graças a Deus!

Como livrar meu filho das cólicas?

As cólicas são comuns em bebês desde o nascimento, principalmente dos 15 dias até os três meses de vida, normalmente ocorrem no mesmo horário e causam desespero nos pais.

As mamães ficam desesperadas quando seus bebês choram compulsivamente e não há nada que os faça acalmar. Não é fome, pois ele mamou quase agora e não aceita o peito, nem fralda suja, já que acabou de tomar banho. Mamãe, isso pode ser cólica, algo normal e esperado.
As cólicas são comuns em bebês desde o nascimento, principalmente depois dos 15 dias, seguindo até os três meses de vida, normalmente ocorrem no mesmo horário. Raramente acontece em bebês com mais de seis meses de idade.
É uma sensação nova para o bebê e dói muito. O choro de cólica é estridente. Observe as seguintes características: o bebê fica inquieto, com rosto vermelho, fazendo caretas, se contorce e encolhe as perninhas até a barriguinha.
A cólica acontece por imaturidade do sistema digestivo do bebê. Essa imaturidade faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem sem controle e isso pode resultar em gases e levar à cólica.
Causas - Outro motivo seria que agora o intestino está recebendo alimento e a digestão acelera seu funcionamento, provocando as cólicas. O movimento do intestino também precisa de um tempo para amadurecer e se coordenar.
O intestino do bebê é preparado para receber só o leite materno até os seis meses de vida. Esse leite pode acarretar em cólicas porque faz o intestino do bebê funcionar para digeri-lo.
Se o bebê receber outro tipo de alimentação nesse período, as cólicas podem ser piores, pois a digestão é mais difícil e requer maior trabalho do intestino. A fermentação do leite e de outros alimentos causa gases e é outro fator de cólicas.
A tensão ou o estresse do ambiente pode deixar o bebê tenso e agitado, acentuando a cólica. Pode verificar que as cólicas geralmente ocorrem ao fim do dia quando todos estão mais cansados. Se a mamãe fica nervosa, o bebê sente essa ansiedade e insegurança, por isso a mamãe tem que tentar ficar o mais tranqüila possível e passar segurança para o seu bebê com muito amor e carinho.
Recadinhos importantes - O bebê pode engolir ar quando amamenta ou se alimenta. Engolir ar aumenta as dores por gases. Uma dor por gases pode ser a pior dor que seu pequeno já sentiu, por isso o choro que não cessa por nada. É importante colocar o bebê bem inclinado para se alimentar, arrotar após as mamadas e colocá-lo para dormir de lado.
Além da posição para alimentação e colocar o bebê para arrotar, há outras maneiras de prevenir a cólica. Fazer compressas mornas na barriga do bebê como colocar uma fralda aquecida ou bolsa com água morna (verifique a temperatura para não causar queimaduras), fazer ginástica com as perninhas do bebê como se ele estivesse "pedalando" e massagear a barriga do bebê com as mãos aquecidas com movimentos circulares, todos esses procedimentos podem ser realizados durante 2 minutos cada um, de 4 a 5 vezes por dia, eles ajudam o bebê a não ter cólicas ou aliviar a dor na hora das crises. Mas atenção, você não precisa aplicar todos os procedimentos como se fosse um rodízio. Aplique um procedimento, se ele já for suficiente você não precisa realizar os outros.
Para evitar o estresse, procure manter o ambiente calmo e quieto enquanto alimenta o bebê ou nos horários mais freqüentes da cólica e descubra formas de confortá-lo, cada bebê se sente seguro e amado do seu jeito.
Não é cientificamente provado que a alimentação da mamãe pode dar cólica no bebê que amamenta. Mas há muitos relatos de mães sobre isso. Fique atenta se perceber que quando come algum tipo de alimento seu bebê tem cólica. Evite esse alimento pelo menos até os três meses de vida do seu bebê. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados.
Na hora da crise o calor ajuda na liberação dos gases que provocam a cólica. Colocar o bebê barriga com barriga com você com as perninhas encolhidas, de barriga no seu antebraço, uma bolsa térmica com água morna na barriga do pequeno ou massagear a barriguinha ajudam na eliminação da dor.
Como os homens têm a temperatura do corpo um pouco mais elevada que as mulheres pode ser que as cólicas se resolvam mais rápido quando o bebê é colocado na barriga ou no antebraço do papai ou quando é o papai que faz as massagens.
Nada de chá - Não faça uso de chás para resolver o problema. O chá pode provocar ainda mais cólica já que o intestino do bebê ainda está imaturo. Ou o chá simplesmente por ter um efeito calmante faz seu bebê dormir, mas não resolve a cólica. Só use remédios com prescrição médica.
Bruno Rodrigues

Tô com dor de barriga! (em 8 versões) 

Fonte: Revista Crescer

Se você é mãe e nunca ouviu a frase do título, pode se sentir vivendo em uma realidade paralela. CRESCER preparou um guia rápido para ajudar você a identificar as oito dores de barriga mais comuns nas crianças

Cíntia Marcucci

Brooke Fasani
Quando a gente fala em dor de barriga parece que é só um problema de saúde simples, daqueles que se resolvem em casa. E, na maioria dos casos, não é nada grave, mas que as queixas lotam as salas de espera dos pediatras, lotam. Os incômodos na região abdominal nem sempre são sintomas de doença e podem estar ligados a emoções como ansiedade e medo. Nada que não ocorra com os adultos também, mas para mães e pais o difícil é saber qual dor de barriga seu filho está sentindo e como agir. É hora de correr para o médico? Remédio adianta? Espero passar? Um dos consensos é que os medicamentos antiespasmódicos – que inibem os movimentos gastrointestinais –, usados por nossas mães, não devem ser usados indiscriminadamente em crianças. A reação natural do corpo não deve ser interrompida, até para não atrapalhar o diagnóstico. Aqui, apresentamos um guia rápido para ajudar você a identificar os motivos da dor e saber como agir.
1. CÓLICA POR GASES
Ocorre por imaturidade do sistema digestivo nos bebês e, nas crianças, por alimentos que provocam gases, como feijão ou brócolis.
Como é: os recém-nascidos movem as pernas e choram. Para as maiores, pergunte se a dor muda de lugar na barriga.
O que fazer: movimentar as pernas e massagear o abdômen do bebê ajuda, e as crianças podem andar um pouco. Remédios antiflatulentos – com prescrição – amenizam o desconforto. Se o problema persistir, diminua da dieta de seu filho e da sua, caso amamente, os alimentos que provocam gases.
2. FARRA GASTRONÔMICA OU COMIDA ESTRAGADA
Salgadinhos, doces, frituras. O organismo de qualquer um reclama quando se exagera nas guloseimas. Mas o problema também pode ser a ingestão de algum alimento estragado.
Como é: aqui o que vale é fazer uma investigação do que a criança comeu nas últimas horas e dias. Em pouco tempo, o quadro costuma evoluir para vômitos e diarreia.
O que fazer: esperar passar é o melhor remédio. O corpo precisa expelir o que não está fazendo bem. Dê bastante água e alimentos leves, como batata cozida.
3 . VERMINOSES
 4. VIROSES E INFECÇÕES
O famoso rotavírus e seus primos vírus e bactérias, que podem estar no ar, em locais contaminados ou em alimentos, são os responsáveis por essa dor.
Como é: quase sempre vem acompanhada de febre. Também se junta ao vômito, diarreia e cansaço.
O que fazer: dar muita água é o primeiro passo, e veja como o problema evolui. Se a criança estiver bem disposta, brincando, é possível seguir em casa e esperar. O mal-estar dura, em média, três dias. Se ela estiver muito abatida, procure um médico.
5. DOR MUSCULAR
Gripe, muita tosse, muitos espirros, bronquite e até mesmo muita risada podem dar dor nos músculos.
Como é: seu filho provavelmente não vai saber explicar, mas pergunte a ele se a dor é parecida a que ele tem quando passa mal de comer muito ou com o que sente quando brinca demais e fica cansado. É o segundo caso.
O que fazer: esperar passar é o melhor, mas se incomodar muito, um analgésico ajuda.
6 . INTESTINO PRESO
É a dor mais comum, relacionado com uma dieta pobre em verduras, frutas e cereais.
Como é: a criança vai menos ao banheiro, reclama de dor ou incômodo ao fazer cocô e fica com a barriga inchada.
O que fazer: uma reforma na geladeira, na mesa e na lancheira. Alimentos como mamão, ameixas pretas e muita água ajudam.
7. ANSIEDADE OU MEDO
O nervoso antes de ir para uma escola nova ou na véspera da festa de aniversário às vezes aparece de maneira física.
Como é: o que causa a dor, na maioria das vezes, é um mecanismo do organismo que prende o intestino. E você precisa avaliar se seu filho está passando por uma situação estressante.
O que fazer: distraia a criança para que ela não dê muita importância para a dor. Entenda o que pode ter causado e procure confortá-la com relação àquela situação.
8. APENDICITE
Rara em menores de 5 anos, a inflamação do apêndice não tem como ser prevenida.
Como é: ao contrário de todas as outras dores, essa ocorre de repente e sem causa aparente. A dor é perto do umbigo e pode estar acompanhada de febre baixa e náusea.
O que fazer: ir rapidamente ao pronto-socorro, pois a evolução de uma apendicite não tratada pode ser fatal.
Fontes: Mario Vieira, pediatra especializado em gastroenterologia do Hospital Pequeno Príncipe (PR), Pedro Cesar Souza Paiva, pediatra e neonatologista da Casa de Saúde São José e Clínica Médica Barra Shopping (RJ), Sergio Eiji Furuta, pediatra e pesquisador da UNIFESP (SP).
Pouco comuns nas grandes cidades, é causada por vermes encontrados na terra e na água, a mais frequente é a giardíase.
Como é: costuma ser na parte alta do abdômen e é constante.
O que fazer: exame de fezes para confirmar a infecção e o tipo de verme e tratar com vermífugo prescrito pelo pediatra.


Refluxo: como identificar e cuidar do bebê

Muitas vezes é só uma regurgitação normal. Veja as situações mais comuns e as mais delicadas

Mônica Brandão

Fernando Martinho
Você acha que seu filho tem refluxo? Tenha calma. Não é qualquer volta de leite que o bebê apresenta que pode indicar que ele tem o problema. "Os adultos confundem a regurgitação comum, que ocorre com cerca de 50% dos bebês e não interfere em seu desenvolvimento, com o refluxo gastroesofágico, que merece atenção médica e, algumas vezes, remédios”, alerta o pediatra Mauro Batista de Morais. E até mesmo alguns médicos vêm fazendo confusão.

A questão é que os pais, ansiosos por natureza, ficam muito preocupados em ver o bebê devolvendo o alimento pela boca. Pensam que ele está doente e sofrendo. Se não encontram pela frente alguém para acalmá-los, tomam atitudes desnecessárias, como medicar o filho com o remédio que a vizinha usa ou trocar o peito pela mamadeira com leite engrossado. “O leite materno é mais leve, por isso mais fácil de voltar. Mesmo assim, é melhor o bebê regurgitar do que perder as vantagens da amamentação”, aconselha Mauro.

O que é comum

A regurgitação ocorre porque a válvula entre o esôfago e o estômago, conhecida como esfíncter esofagiano, ainda está se desenvolvendo. Normalmente, após a
passagem do leite, ele fecha e segura o líquido. Com a imaturidade, o esfíncter relaxa e não faz seu trabalho. Por isso, o retorno de um pouco de leite após a mamada, quando o bebê arrota, ou mesmo um tempo depois em forma de “queijinho” é normal. Trata-se de um tipo de refluxo fisiológico, ou apenas regurgitação, que acontece em algumas ou todas as mamadas. Ela também ocorre porque nem sempre é possível notar que o bebê mamou em excesso e lotou o estômago. Nesse caso, até um arroto mais intenso traz o líquido de volta. Regurgitar não tem nenhuma conseqüência para o bebê e não causa desconforto. Não há remédio que faça o esfíncter amadurecer mais rápido. “O amadurecimento acontece entre os 6 meses e 1 ano. Enquanto isso, é preciso paciência e fraldas extras”, diz o pediatra Glaucio Granja de Abreu.

Algumas condutas podem ser adotadas para diminuir a regurgitação e principalmente acalmar a ansiedade dos pais, que se impressionam com as voltas do leite. Uma delas é respeitar sempre o tempo de cerca de dez minutos para o bebê arrotar, mantendo-o no colo. Outra, na hora de colocar a criança no berço ou no carrinho, é deixá-la um pouco elevada e não totalmente na horizontal, posição que facilita a volta do leite. Se a criança não mama no peito, o leite engrossado com mingaus também diminui a regurgitação, mas essa medida deve ser orientada pelo pediatra.

Refluxo no bebê

Escrito para o BabyCenter Brasil

É normal meu filho regurgitar?

Depende. O bebê pode regurgitar ou golfar um pouco de leite depois de mamar ou até acabar vomitando de vez em quando, sem causa aparente. Pode ser que às vezes ele tussa depois de regurgitar, como se o leite tivesse entrado pelo "buraco errado".

Isso tudo é normal e esperado em crianças de até1 ano, por isso, se seu filho não tiver nenhum outro sintoma, não há com o que se preocupar.

Só mantenha uma fraldinha ou paninho de boca sempre à mão para emergências, e não se esqueça de colocar uma blusa extra para você na sacola do bebê, para o caso de um "acidente".

Tanto bebês que mamam no peito quanto bebês que tomam fórmula podem regurgitar ou ter refluxo.

Algumas crianças, no entanto, regurgitam em grande quantidade, chegando a afetar seu ganho de peso, causando dores de garganta e até problemas respiratórios, o que já indica um quadro bem mais sério de
refluxo.

Preciso falar com o médico?

É sempre bom comentar com o pediatra o que está acontencendo com o bebê, mas é preciso mais urgência na atenção às regurgitações se:

  • seu bebê parecer não estar ganhando peso

  • o bebê chorar muito sempre depois de mamar

  • ele estiver vomitando com muita frequência

  • ele começar a ter muita tosse

  • ele ficar irritado, curvando-se para trás, depois de mamar


O diagnóstico do refluxo pode ser apenas clínico, ou seja, baseado no exame físico do bebê e na descrição dos sintomas. Existem outros exames para investigar o refluxo, como um raio-X do sistema digestivo (o bebê precisa tomar um contraste).

Você pode tentar em casa algumas medidas simples para ver se o problema melhora, como manter o bebê em posição ereta por 20 minutos depois de cada mamada e elevar um pouco a cabeceira do berço.

Outra estratégia é aumentar a frequência das mamadas para diminuir a quantidade de leite em cada uma delas -- às vezes os bebês mamam demais de uma vez só, o que acaba provocando vômitos.

Alguns médicos sugerem ainda que a mãe elimine o leite de vaca de sua própria alimentação, porque os sintomas de refluxo podem ser causados por intolerância a certas proteínas presentes no leite de vaca, que passam para o leite materno. O mesmo se aplica a bebês que tomam fórmula.

Qual é a causa do refluxo?

Bebês podem ter refluxo porque uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, está enfraquecida ou ainda não funcionando direito, permitindo que alimentos e sucos gástricos voltem do estômago em direção à boca.

Lembra dos seus tempos de grávida? O aumento do útero pressionava esta mesma válvula, a sua, levando àqueles episódios de azia.

Cerca de 50 por cento de todos os bebês apresenta algum tipo de refluxo, mas apenas em uma pequena porcentagem ele se torna um problema sério. Aos 10 meses, somente cerca de 5 por cento dos bebês ainda sofre com o refluxo.

Existe algum tratamento médico para o refluxo?

Nos casos mais graves, o pediatra pode receitar antiácidos, medicamentos anti-refluxo, produtos para engrossar um pouco o leite ou fórmulas anti-refluxo já prontas. Só use esse tipo de tratamento sob a orientação do médico. Talvez o pediatra prefira encaminhar o bebê para um gastroenterologista, que possa prescrever outros tipos de medicamentos.

Crianças só são tratadas quando o refluxo realmente atrapalha a vida delas. Existem bebês que simplesmente regurgitam mais que os outros, mas não têm nenhum outro desconforto e se desenvolvem normalmente. Nesse caso, o tratamento não é necessário.

O refluxo é grave?

É importante acompanhar atentamente o ganho de peso de bebês com refluxo. Alguns bebês não engordam o suficiente porque não conseguem manter muito leite no estômago, e outros acabam perdendo o apetite por causa do desconforto causado pelo ácido.

Existe também o risco de desenvolver esofagite, uma inflamação da mucosa do esôfago, que pode ser persistente e provocar problemas mais sérios no futuro.

Se a regurgitação ou o vômito entrarem no sistema respiratório, o bebê pode adquirir problemas como pneumonia, tosse persistente à noite, sinusite (em crianças maiores) ou otite, por isso é bom ficar de olho em sinais dessas doenças. O ácido estomacal também pode prejudicar o esmalte dos dentes da criança.

Em casos raros, o conteúdo gástrico não chega a sair na forma de regurgitação, mas fica entrando nas vias respiratórias, causando problemas. Por esse motivo, no caso de infecções respiratórias recorrentes ou tosse, a possibilidade de refluxo deve ser levada em conta.

Mais que tudo, o refluxo pode dificultar muito a vida da família toda, pois os pais não conseguem aliviar o desconforto da criança, além de terem de lidar com o estresse de alimentá-la e mantê-la limpa. O consolo é lembrar que o refluxo vai embora sozinho, e um dia a choradeira, o cheiro de azedo e as constantes fraldinhas sujas serão só uma lembrança distante no seu passado.

sábado, 29 de setembro de 2012

Visitas

 Este período de adaptação não é fácil, muita ansiedade, o bebê é molinho e frágil, dá medo de fazê-lo sofrer. Todos querem cuidar e parece que você não sabe nada: "o Ronaldo está com frio, coloca manta; tira manta esse menino está com calor; dê chá para ele; amamentar é só amamentar; dá bico, você é louca está dando bico!!!Um sufoco, até voltei para terapia..."
    Ele está lindo, engordando 32g por dia, já foi no pediatra e adora batizar o médico com seu xixi. Já me batizou também, enquanto tomava sol, o papai foi batizado no banho do dia 16/09, ele ficou todo feliz. Em tempo a  Dra. Ana do Santa Fé também ganhou um xixizinho para dar alta da internação. Será que ele gosta de pediatra?
    Recebemos várias visitas, e cada um acha que ele se parece com alguém: é a cara da mãe; parece com Sr. Mizael; vai ficar parecido com o vovô Ronaldo, ele tem um pezão; parece com Tarcísia; parece com o Rui; parece com Renatinha... Ninguém fala que ele parece com o papai! Mas bebês mudam muito! Acho ele lindo!!!!Coisa de mãe!
Vovô Mizael, muito feliz em me conhecer!
Vovô Ronaldo, vó Apolônia e Gabi, eu vim ao mundo para trazer felicidade!
  
Tio Jair, visita ilustre!!!

Visita a casa da Dinda Rosa, com minha priminha Laura!
Tio Raimundo que veio de Lavras para me ver e passou a tarde comigo e com o papai. Vó Bira fez um almoço muito bom! Dia 13 de setembro!

Elisângela e Edna

 Visita ao Engenho dia 15 de setembro, para enterrar meu umbigo debaixo do pé de café, o umbigo caiu dia 8 de setembro, mamãe abriu a fralda e ele estava lá, soltinho!!!

Primo Veber
Visita ao Sítio do Primo Carlinhos no Barreiro. O casal bonito é o primo Rodrigo e Ana Elise!

Prima Vilma

Prima Sandra, que nos ajuda toda semana. O carinho da prima mais velha do papai!!!
Regina Pinheiro, psicóloga da mamãe, ela sempre acreditou que eu nasceria para mudar a vida da mamãe. Ela é muito importante para nossa família!

Primo Vicente, que rezou muito com a minha mãe na Comunidade Cristã de Base pelo meu nascimento. Dia 26 de setembro, dia que fui apresentado a CCB'S!

Minha possível futura namorada, Maria Eduarda. Ela nasceu dois dias depois de mim, com o mesmo médico e na mesma maternidade, para alegria da mamãe Ana Paula. Detalhe: ela tinha a mesma manchinha vermelha na testina e debaixo do nariz. marca do Dr. Marco Aurélio, para nos tirar da barriga!

Gislene e Ditinho, tivemos até homenagem com música do Toquinho e Vinícius!
Jânia e Cleusinha, amigas do papai da prefeitura!

 Compadres Washigton e Natália que vieram de Patos de Minas para me ver!

Primo Carlinhos, um dos primeiros a me conhecer!

Narcisa e Lavína, a vizinha e amiga da mamãe que não a deixou sozinha durante a gestação.

Meu priminho segundo, sobrinho neto do meu papai, Luíz Felipe!
Minahs duas primas primeiras, Julia e Gabi, lindas e muito carinhosas!

Tia Dirce, outra visita ilustre!!!
Padre Aarão, grande amigo que veio me abençoar!

Tia Ana, ao lado do papai e do vô-tio Renato. Muito feliz!


Minha linda prima Luíza, que interrompeu seus estudos para ficar comigo!

Meu padrinho que me visitou logo quando nasci, dois dias depois que estava em casa. Olha que família bonita, agora ele vai ser papai pela terceira vez. A dindinha de consagração Graziela já estava grávida e não sabia. As lindinhas são Bia e Bel!

Minha madrinha de consagração Graziela!
Dinda Rosa e vô-tio Renato. Minha Dinda é dedicada e me telefona sempre!

Minha prima Bebel com Luíz Felipe! Ela fica colada em mim quando me vê!
De vermelho,  com minha prima Débora, tenho certeza que vamos nos divertir muito no futuro!

Com minha prima Narjara, ela é louca por mim!!!
Vó B, vó da Julinha. Minha avó emprestada!

Vó Bira, dedicação total neste período de pós parto da mamãe!Ela quem cuida da gente!!!

Tia Vera, um doce que ama minha mãe!
Papai e Neném do Engenho (Antônio Augusto)

Meus primos queridos Xando, Ângela, Juninho e Cláudia!