quarta-feira, 4 de julho de 2012

Passamos mal pela primeira vez

    Como gosto de registrar tudo no diário virtual do Ronaldo, ontem passamos mal. Pela manhã fomos ao Pilates, fizemos 1h30 de ginástica e quando voltei e passei na casa da Elis senti que algo estava estranho. Como podemos passar mal de uma hora para outra? Estava tonta, via duas Elicianes na minha frente, comi um pão com mussarela para ver se melhorava e não comentei nada com ela. Quando cheguei em casa tinha estrelinhas no visão e tudo parecia apagar. Liguei para o Ricardo que em 10 minutos estava em casa, me levou ao hospital e estava com a pressão 8/6 e com hipoglicemia, tomamos um soro glicosado e fomos para o Dr. Marco Aurélio. Chegando lá o médico passou o sonar e eu ouvi o coração ritimado, graças a Deus, só fiquei em paz depois que percebi que meu menino estava bem.
     Que amor estranho esse, amamos quem não conhecemos e pode acontecer tudo conosco desde que o bebê esteja bem, a gente não pensa mais em si mesmo, o interesse é a saúde dele. Cada vez que ele se movimenta eu fico feliz, porque o médico falou que quando isso acontece ele está com saúde.
     Agora estamos em repouso, até o final da semana. Só o Ronaldo para me colocar de castigo!!! Ainda bem que posso contar com o Ricardo, ele é presente demais, ama o flho como eu, esse bebê é um milagre e uma benção nas nossas vidas.
     Hoje fiz um exame de urina, segundo o médico é muito comum infecção urinária na gravidez, mas não vai ser nada sério, apenas um cuidado especial. Estamos bem e felizes depois do susto.O médico também pediu para que eu repouse do lado esquerdo para melhorar a frequência cardíaca e a pressão. Estou tendo tratamento VIP.
     A vovó também veio ficar comigo, é muito ruim não poder contar com ninguém, fico com medo de incomodar vizinhos e amigos. Todos são muito solidários e estam torcendo muito por nós, tenho certeza que pela felicidade das pessoas elas estão rezando por nós.

Infecção urinária

Infecção urinária na gravidez
Uma das alterações mais comuns que acometem a mulher durante a gestação é a infecção urinária, que atinge de 10 a 20% das gestantes. As mamães devem ficar atentas ao primeiro trimestre da gestação, período que normalmente aparecem os sintomas dessa alteração.
A disfunção ocorre por razões explicáveis: a presença de glicose na urina da mulher grávida aumenta devido às alterações hormonais que ocorrem nesse período, deixando a uretra um ambiente mais propício à proliferação de bactérias.
Além disso, o hormônio progesterona, que oferece condições da mulher ficar grávida, relaxa os músculos da uretra, diminuindo a velocidade do fluxo da urina dos rins para a bexiga, aumentando os fatores favoráveis à proliferação de bactérias. Temos que lembrar também que durante a gestação a resistência da mulher fica mais baixa, sendo mais fácil o ataque de qualquer microorganismo.
A forma menos agressiva da infecção urinária é a cistite, infecção da bexiga, e a mais grave é a pielonefrite, que acomete os rins. A infecção leve pode ser assintomática, mas, na maioria das vezes, a infecção se agrava levando aos sintomas como dor e ardor ao urinar, sensação de desejo de urinar, vontade freqüente de urinar com pouca quantidade de xixi e mudanças no cheiro e na cor da urina.
Nos casos mais graves, os sintomas são náuseas, vômitos, febre, urina turva com odor, calafrios e uma dor intensa na região lombar (rins) ocorrem geralmente no último trimestre da gestação. 
As toxinas liberadas pelas bactérias desse tipo mais grave de infecção urinária podem causar contrações do útero, levando ao trabalho de parto prematuro, abortamentos, hipertensão arterial, morte do bebê e até mesmo da mãe quando a infecção se torna severa e generalizada.
As pielonefrites ocorrem após as infecções assintomáticas (que não apresentam sinais da infecção). Por isso a importância de se descobrir as infecções urinárias logo no início para que o tratamento seja realizado antes que a situação piore para mamãe e bebê.
Como evitar a infecção? Como sempre, o pré-natal é essencial para que se tenha uma gestação mais saudável, em que busca coibir qualquer tipo de complicação. Nele, os médicos pedem exames de urina de três em três meses, diagnosticando a infecção urinária o mais precoce possível.
Existem algumas medidas que a gestante deve realizar para prevenção da infecção urinária, como beber bastante líquido durante todo o dia (de 1 a 2 litros). Outra recomendação é ir ao banheiro com freqüência, não segurando o xixi quando a vontade vier, principalmente depois das relações sexuais. É fundamental que a mamãe cuide bem de sua higiene pessoal, passando o papel higiênico de frente para trás.
O tratamento da infecção é feito com antibióticos. Ele deve ser indicado pelo médico para que não afete o desenvolvimento do bebê, pelo menor tempo possível, mas que seja um tempo seguro para um tratamento acertado e eficiente.
Dicas
Quando a gestante sentir qualquer sintoma de uma infecção urinária, comunicar imediatamente ao seu médico para que um diagnóstico seja feito o mais rápido possível.
“É melhor prevenir do que remediar”. Siga todas as orientações de prevenção, essas medidas podem salvar o seu bebê. Faça um bom pré-natal.
Ingerir água é importante sempre para manter a hidratação e ajudar na sua saúde e, conseqüentemente, do seu bebê.
Bruno Rodrigues
fonte:http://guiadobebe.uol.com.br/infeccao-urinaria/

Bactérias que vivem no corpo são responsáveis pela infecção mais recorrente nas grávidas

CRESCER

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Cerca de 10% das grávidas vão ter infecção urinária. Isso porque, durante os nove meses, o aumento de progesterona relaxa as fibras musculares, levando a um refluxo urinário, e o sistema imunológico está mais fragilizado, facilitando a ação de bactérias que provocam a doença. A Escherichia coli mora na vagina. Se ela fica apenas por ali, não há com o que se preocupar. Passa a incomodar quando sobe pela uretra, chega à bexiga e não é eliminada toda vez que a mulher vai ao banheiro.
Ao “estacionar” na bexiga, a colônia de bactérias irrita o local, provocando a infecção ou cistite. “Os principais sintomas são ardência e dor ao urinar, além de urgência e frequência aumentada para ir ao banheiro”, alerta o ginecologista Vicente Bagnoli. As bactérias também podem irritar o útero. “Ele começa a se contrair, contrair, levando ao trabalho de parto prematuro”, diz o obstetra e ginecologista Marcelo Corrêa da Costa, professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP). Se as bactérias chegam aos rins, a infecção, chamada de pielonefrite, oferece outro risco. Pode prejudicar o funcionamento do órgão até a sua paralisação. Os principais sintomas são febre, calafrios, dor lombar, náusea e vômito. O tratamento para esses casos é feito com antibióticos que não oferecem risco ao feto.
Por tudo isso, é tão importante fazer o exame de urina no começo da gravidez, por volta da 28a semana e, claro, quando existir alguma suspeita.


Muita água

Apesar dos pedidos de atenção aos principais sintomas causados pela doença, existe um tipo de infecção urinária que não provoca sintomas aparentes. É a chamada de bacteriúria assintomática. Cerca de 30% desses casos podem virar cistite e em 50%, pielonefrite. Deve ser tratada assim que for percebida, mas dá para preveni-la. Beber muito líquido faz o xixi ficar mais “ágil”. Além disso, procure urinar depois das relações sexuais.
Outra fonte: Edilson Ogeda, obstetra do Hospital Samaritano (SP)

 fonte:revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI283711-10566,00-INFECCAO+URINARIA+DURANTE+A+GRAVIDEZ.html

Dormir do lado esquerdo na gravidez é mais seguro para o bebê?

É o que diz um novo estudo. Ele mostra que gestantes que deitam viradas para o lado direito nas últimas noites antes do parto têm duas vezes mais chance de terem bebês natimortos. Saiba mais

Bruna Menegueço

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Quando vai chegando perto dos últimos meses, os desconfortos na hora de dormir aumentam. Além da vontade de ir ao banheiro a todo momento, você gasta um tempo virando de lá para cá até encontrar uma posição ideal para acomodar o barrigão. E ela é fundamental! De acordo com uma nova pesquisa feita na Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, dormir do lado esquerdo é mais seguro para a saúde do seu bebê.

Segundo os cientistas, gestantes que dormem sobre o lado direito do corpo ou com a barriga para cima no fim da gravidez têm duas vezes mais chances de morte prematura do bebê do que as mães que dormem apoiadas sobre o lado esquerdo.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram 310 mulheres neozelandesas que estavam grávidas e outras 155 que tiveram bebês natimortos quando estavam por volta da 28ª semana de gravidez, entre 2006 e 2009. As mães responderam a perguntas sobre a posição em que dormiam, a duração do sono e se acordavam frequentemente antes da gravidez, durante o último mês, semana e noite antes do parto.

Os cientistas queriam examinar também o efeito de distúrbios do sono, como apneia e ronco, na gravidez, já que eles poderiam causar a diminuição do oxigênio que chega ao bebê. No entanto, a análise dos casos mostrou que a posição em que as mães dormiam era um fator determinante das mortes prematuras.

Uma das possibilidades apontadas pela análise é a de que quando a mãe dorme de costas ou sobre o lado direito, o feto poderia comprimir sua veia cava inferior, que leva o sangue para o coração. Isso diminuiria a quantidade de sangue oxigenado que volta do coração para os órgãos da mãe e, em consequência, para o bebê.

Para o obstetra Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano, em São Paulo, a pesquisa é o pontapé inicial para outras maiores. "O estudo reforça uma recomendação dos médicos para as gestantes, pelo fato de que ela vai se sentir melhor ao se deitar do lado esquerdo. Nessa posição, ela não comprime a veia cava", diz. De barriga para cima ou deitada do lado direito, a grávida pode sentir falta de ar, sudorese fria e enjoo.
Mas fique calma! Isso não quer dizer que, se você despertar no meio da noite em uma dessas posições menos confortáveis, seu bebê corre risco de vida. "Outros estudos ainda são necessários para se afirmar essa relação", afirma a pesquisadora Tomasina Stacey, da Universidade de Auckland.

 

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