segunda-feira, 21 de maio de 2012

24 semanas

     Ganhar presentes de dia das mães foi o máximo; muitos parabéns, um lindo pingente de menino da tia Renata, um pano de prato da Narcisa e sapatos do papai!!!Que delícia!
      Estamos muito bem!!!Fazendo hidroginástica com um frio danado, meio cansadinha, mas mt feliz! Outra atividade é o Tai Chi, para acabar com a dor no corpo é bom demais, e o professor Bira, que já morou na China e estudou muito, falou que o Ronaldo vai nascer calminho. Estou apostando nestas atividades para ficar bem disposta durante a gravidez.
     Em um Globo Repórter sobre atividade física falaram da importância da atividade física para grávidas. Quero continuar com atividade física e os mesmos hábitos alimentares para a vida toda! Preciso ficar muito bem disposta para criar meu filho.
     Os primeiros frutos das aulas de costura e bordado estão saindo, graças a Marta (professora de costura), a Edna (professora de bordado) e a Regina (que ensina pathwork). Tem muita gente me ajudando!!!
Olha os frutos aí:
 Matrioskas de marca texto, presentinho de dia das mães para amigas e sogra!


 Peso de porta, muito prático, presente para Narcisa, minha vizinha que me ajuda demais nos momentos de solidão!
 Edredon de patchwork, 30 corações de retalhos caseados com todo carinho para meu filho!

 Vira manta bordado com ponto cheio, ponto atrás e rococó, para a saída da maternidade. A Érika nem acreditou que foi feito por mim!

 Outro vira manta, com tiras bordadas de algodão, muito lindo!












O amor transforma a gente todos os dias, novos saberes, novas perspectivas e valores!


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ansiedade durante a gravidez

      No dia 8 de maio fizemos outra visita para o Dr. Marco Aurélio. Estamos ótimos e agora vamos fazer o exame de Glicemia para ver a questão da diabetes gestacional. Engordei apenas 6 kg com a gestação e é com muito esforço que estamos dentro do normal! Para mim o mais importante é a saúde dele, estou fazendo caminhada, Tai chi e hidroginástica, não fico um dia sem exercícios físicos e tenho certeza que isso tem ajudado muito.
     O Ronaldo começou a pular, está muito interessante essa fase, saimos o dia quase todo, fazemos oficinas e cursos, fazemos provas de concurso e vemos as novidades, está dando para  domar a ansiedade. Vamos ver se a mamãe MEGAANSIOSA vai ficar bem em agosto, quando terá que largar muitas atividades. Que venha agosto!!! A Regina Pinheiro (psicóloga) vai ter muito trabalho nesta fase, graças a Deus tenho ela em minha vida!
     Por falar em ansiedade, a Carol Figueredo e a Talyta Andrade estão na espera dos bebês, eu estou ansiosa por elas, não sei se o da Talyta nasceu, fico imaginando quando chegar nossa hora.
     O Dr. Marco Aurélio é um médico que fica mais de 40 minutos com a gente dentro do consultório, ouve o coração do bebê e curte a gravidez junto com a gente. Ele me ajuda muito a controlar a ansiedade.
     A gravidez é uma fase muito incerta!Não sabemos se o parto vai ser normal, se vou voltar a trabalhar, se o bebê não terá problemas, se vou ter leite, se vai dar para arrumar tudo até o parto... Quanto "SE" , o Dr. Marco Aurélio fala para sermos otimistas. Para não falar de gente ruim que fica desfilando um repertório de tragédia sobre gravidez sempre que nos encontramos, fazer o que?!
    Ainda tem que controlar tudo para não afetar o Ronaldo!!!Olha esse artigo:

Ansiedade durante a gravidez afeta o comportamento da criança


Fonte: Society for Research in Child Development, 16/07/2004


A idéia que o estado emocional da mulher durante a gravidez afeta o feto tem persistido há séculos e, nos anos recentes, tem sido apoiado pela ciência. Conhecido como "hipótese da programação fetal", ela teoriza que certos fatores inoportunos ocorridos durante certos períodos sensíveis do desenvolvimento no útero podem "programar set points" em uma variedade de sistemas biológicos da criança. Isso, então, afetaria a habilidade desses sistemas biológicos para mudarem ao longo da vida, resultando em dificuldades de adaptação fisiologicamente e culminando em predisposição a doenças e desordens.
Nós decidimos investigar o impacto de altos níveis de ansiedade durante a gravidez na suscetibilidade das crianças para déficits de atenção, hiperatividade, expressão em ações e ansiedade na infância. Nós também queríamos entender se existem períodos vulneráveis específicos durante a gravidez, nos quais a ansiedade "programa" o sistema biológico da criança, assim aumentando a suscetibilidade do feto para outras desordens.
Nós avaliamos dados coletados de 71 mulheres normais e seus 72 primeiros filhos, durante a gestação, e quando seus filhos estavam com 8 ou 9 anos. As mães completaram questionários para medir seus níveis de ansiedade ao longo da gravidez. Quando a criança estava com 8 ou 9 anos, as mães, as professoras e um observador imparcial completaram questionários que mediam a atenção da criança e hiperatividade, comportamento expressivo e nível de ansiedade. Nossos resultados sugeriram que o período entre 12 e 22 semanas na gravidez é um período particularmente vulnerável; apenas a ansiedade da mãe durante esse período prediz desordens na infância na idade de 8 a 9 anos. O efeito da ansiedade afeta o feto mais que qualquer outro fator, incluindo fumar durante a gestação, baixo peso no nascimento ou ansiedade da mãe quando a criança tem 8 ou 9 anos.
Os resultados fornecem algumas das mais fortes evidências avaliadas atualmente que a ansiedade da mulher durante a gravidez pode programar "set points" no desenvolvimento inicial do cérebro do feto, posteriormente aumentar a suscetibilidade de desordens infantis como o déficit de atenção, hiperatividade, expressão e ansiedade. Claramente, muitas questões sobre exatamente como a programação fetal funciona em humanos, e como o instante do tempo, tipo e duração de distúrbios ambientais são relacionados a desenvolvimento neurocomportamental alterado, ainda não foram resolvidas.
Evidências deste e outros estudos, entretanto, provém um ímpeto para desenvolver programas de prevenção, intervenção e suporte para mulheres grávidas altamente ansiosas. Esses programas poderiam incluir instruções para reduzir o stress, assim como tratamentos para reduzir a ansiedade e reações neuroendócrinas para estresse durante a gravidez, ou até mesmo depois do nascimento. Isso pode não só beneficiar a mãe como também o desenvolvimento da criança.

Fonte:http://emedix.uol.com.br/not/not2004/04jul16psi-cd-adp-ansiedade.php

segunda-feira, 7 de maio de 2012


 A Carol Rios trabalhou comigo no UNI-BH e foi uma das melhores pessoas que já passaram por minha vida!Muito alegre e de bem com a vida a Carol é como um sol, ilumina tudo, sem falar que é linda como as orquídeas de sua terra natal, Guaxupé!!! Hoje ela é mãe do Miguel e troca figurinha pelo Facebook de como é ser mãe. Não conheço o Mig pessoalmente, mas ele é lindo e esperto, um fofo, bebê de revista!!! Ela me deu esse lindo depoimento:






Memorial Carol Rios

SER MÃE: UM ATO DE FÉ
Eu queria ter tido um filho mais cedo, mas a vida não deixou. E somente aos 32 anos foi que eu pude parar um pouquinho para pensar em mim, no meu marido e na família que eu queria construir. E o Miguel foi planejado, desejado e esperado por quase um ano até que a tia cegonha resolvesse aparecer.
E eu, que sou impaciente, já estava partindo para métodos condutores, facilitadores, até que Deus  riu de mim e do meu chororô e me mostrou um resultado positivo no exame Beta HCG. Sim, o Miguel foi um presente de Deus.
Eu acho que resolver ser mãe é, acima de tudo, um ato de fé em Deus. Porque a gente nunca está pronta, a gente nunca acha que é a hora certa, a gente nunca tem dinheiro o bastante, diploma o bastante, viagens o bastante.
E o Miguel foi concebido num momento muito calmo da minha vida. É claro que tínhamos as nossas dificuldades, quem não as têm? Mas tínhamos também amor, paz, esperança, união e fé. Principalmente e acima de tudo, fé.
E o nome escolhido foi uma homenagem a São Miguel Arcanjo, meu amigo e companheiro que tanto amo. E o meu Miguel nasceu saudável, lindo, meigo, e bonzinho que só vendo. Um amor!
Também não foi fácil cuidar de um bebê praticamente sozinha aqui em BH, com o marido viajando bastante e a família morando longe. Com 7 meses ele ouviu: filho, está na hora de você conhecer o mundo e desapegar da mamãe: você vai pro berçário. Primeiro, meio período, depois o dia todo. Começo de tudo é sempre difícil, mas a gente vê que com o tempo tudo se ajeita. Hoje ele ama o berçário, e eu amo mais ainda. Indico para todas as mamães! É assim, gente. O tempo passou, e eu dei conta. Daqui a dois meses ele faz um aninho, já está falando mamãe, papai e neném e quase andando.
E ultimamente tenho ouvido aqui em casa uma conversa solta do papai: agora mesmo vem um irmãzinho ou uma irmãzinha, né Miguel? Animado, né? Será que vou ter coragem, meu Deus?
Beijos,
Carolina Rios