No dia 8 de maio fizemos outra visita para o Dr. Marco Aurélio. Estamos ótimos e agora vamos fazer o exame de Glicemia para ver a questão da diabetes gestacional. Engordei apenas 6 kg com a gestação e é com muito esforço que estamos dentro do normal! Para mim o mais importante é a saúde dele, estou fazendo caminhada, Tai chi e hidroginástica, não fico um dia sem exercícios físicos e tenho certeza que isso tem ajudado muito.
O Ronaldo começou a pular, está muito interessante essa fase, saimos o dia quase todo, fazemos oficinas e cursos, fazemos provas de concurso e vemos as novidades, está dando para domar a ansiedade. Vamos ver se a mamãe MEGAANSIOSA vai ficar bem em agosto, quando terá que largar muitas atividades. Que venha agosto!!! A Regina Pinheiro (psicóloga) vai ter muito trabalho nesta fase, graças a Deus tenho ela em minha vida!
Por falar em ansiedade, a Carol Figueredo e a Talyta Andrade estão na espera dos bebês, eu estou ansiosa por elas, não sei se o da Talyta nasceu, fico imaginando quando chegar nossa hora.
O Dr. Marco Aurélio é um médico que fica mais de 40 minutos com a gente dentro do consultório, ouve o coração do bebê e curte a gravidez junto com a gente. Ele me ajuda muito a controlar a ansiedade.
A gravidez é uma fase muito incerta!Não sabemos se o parto vai ser normal, se vou voltar a trabalhar, se o bebê não terá problemas, se vou ter leite, se vai dar para arrumar tudo até o parto... Quanto "SE" , o Dr. Marco Aurélio fala para sermos otimistas. Para não falar de gente ruim que fica desfilando um repertório de tragédia sobre gravidez sempre que nos encontramos, fazer o que?!
Ainda tem que controlar tudo para não afetar o Ronaldo!!!Olha esse artigo:
| Ansiedade durante a gravidez afeta o comportamento da criança | |
| Fonte: Society for Research in Child Development, 16/07/2004 | |
A idéia que o estado emocional da mulher durante a
gravidez afeta o feto tem persistido há séculos
e, nos anos recentes, tem sido apoiado pela ciência.
Conhecido como "hipótese da programação
fetal", ela teoriza que certos fatores inoportunos
ocorridos durante certos períodos sensíveis do
desenvolvimento no útero podem "programar set
points" em uma variedade de sistemas biológicos da
criança. Isso, então, afetaria a habilidade
desses sistemas biológicos para mudarem ao longo da
vida, resultando em dificuldades de adaptação
fisiologicamente e culminando em predisposição a
doenças e desordens.
Nós decidimos investigar o impacto de altos níveis
de ansiedade durante a gravidez na suscetibilidade das crianças
para déficits de atenção, hiperatividade,
expressão em ações e ansiedade na infância.
Nós também queríamos entender se existem
períodos vulneráveis específicos durante
a gravidez, nos quais a ansiedade "programa" o
sistema biológico da criança, assim aumentando a
suscetibilidade do feto para outras desordens.
Nós avaliamos dados coletados de 71 mulheres normais
e seus 72 primeiros filhos, durante a gestação,
e quando seus filhos estavam com 8 ou 9 anos. As mães
completaram questionários para medir seus níveis
de ansiedade ao longo da gravidez. Quando a criança
estava com 8 ou 9 anos, as mães, as professoras e um
observador imparcial completaram questionários que
mediam a atenção da criança e
hiperatividade, comportamento expressivo e nível de
ansiedade. Nossos resultados sugeriram que o período
entre 12 e 22 semanas na gravidez é um período
particularmente vulnerável; apenas a ansiedade da mãe
durante esse período prediz desordens na infância
na idade de 8 a 9 anos. O efeito da ansiedade afeta o feto
mais que qualquer outro fator, incluindo fumar durante a gestação,
baixo peso no nascimento ou ansiedade da mãe quando a
criança tem 8 ou 9 anos.
Os resultados fornecem algumas das mais fortes evidências
avaliadas atualmente que a ansiedade da mulher durante a
gravidez pode programar "set points" no
desenvolvimento inicial do cérebro do feto,
posteriormente aumentar a suscetibilidade de desordens
infantis como o déficit de atenção,
hiperatividade, expressão e ansiedade. Claramente,
muitas questões sobre exatamente como a programação
fetal funciona em humanos, e como o instante do tempo, tipo e
duração de distúrbios ambientais são
relacionados a desenvolvimento neurocomportamental alterado,
ainda não foram resolvidas.
Evidências deste e outros estudos, entretanto, provém
um ímpeto para desenvolver programas de prevenção,
intervenção e suporte para mulheres grávidas
altamente ansiosas. Esses programas poderiam incluir instruções
para reduzir o stress, assim como tratamentos para reduzir a
ansiedade e reações neuroendócrinas para
estresse durante a gravidez, ou até mesmo depois do
nascimento. Isso pode não só beneficiar a mãe
como também o desenvolvimento da criança.
Fonte:http://emedix.uol.com.br/not/not2004/04jul16psi-cd-adp-ansiedade.php

Nenhum comentário:
Postar um comentário