A Carol Rios trabalhou comigo no UNI-BH e foi uma das melhores pessoas que já passaram por minha vida!Muito alegre e de bem com a vida a Carol é como um sol, ilumina tudo, sem falar que é linda como as orquídeas de sua terra natal, Guaxupé!!! Hoje ela é mãe do Miguel e troca figurinha pelo Facebook de como é ser mãe. Não conheço o Mig pessoalmente, mas ele é lindo e esperto, um fofo, bebê de revista!!! Ela me deu esse lindo depoimento:
Memorial Carol Rios
SER MÃE: UM ATO DE FÉ
Eu queria ter tido um filho mais
cedo, mas a vida não deixou. E somente aos 32 anos foi que eu pude parar um
pouquinho para pensar em mim, no meu marido e na família que eu queria
construir. E o Miguel foi planejado, desejado e esperado por quase um ano até
que a tia cegonha resolvesse aparecer.
E eu, que sou impaciente, já
estava partindo para métodos condutores, facilitadores, até que Deus riu de mim e do meu chororô e me mostrou um
resultado positivo no exame Beta HCG. Sim, o Miguel foi um presente de Deus.
Eu acho que resolver ser mãe é,
acima de tudo, um ato de fé em Deus. Porque a gente nunca está pronta, a gente
nunca acha que é a hora certa, a gente nunca tem dinheiro o bastante, diploma o
bastante, viagens o bastante.
E o Miguel foi concebido num momento muito calmo da
minha vida. É claro que tínhamos as nossas dificuldades, quem não as têm? Mas
tínhamos também amor, paz, esperança, união e fé. Principalmente e acima de
tudo, fé.
E o nome escolhido foi uma
homenagem a São Miguel Arcanjo, meu amigo e companheiro que tanto amo. E o meu
Miguel nasceu saudável, lindo, meigo, e bonzinho que só vendo. Um amor!
Também não foi fácil cuidar de um
bebê praticamente sozinha aqui em BH, com o marido viajando bastante e a
família morando longe. Com 7 meses ele ouviu: filho, está na hora de você
conhecer o mundo e desapegar da mamãe: você vai pro berçário. Primeiro, meio
período, depois o dia todo. Começo de tudo é sempre difícil, mas a gente vê que
com o tempo tudo se ajeita. Hoje ele ama o berçário, e eu amo mais ainda.
Indico para todas as mamães! É assim, gente. O tempo passou, e eu dei conta.
Daqui a dois meses ele faz um aninho, já está falando mamãe, papai e neném e
quase andando.
E ultimamente tenho ouvido aqui
em casa uma conversa solta do papai: agora mesmo vem um irmãzinho ou uma
irmãzinha, né Miguel? Animado, né? Será que vou ter coragem, meu Deus?
Beijos,
Carolina Rios
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